
Quatro anos após o lançamento do segundo volume, a Mythos traz duas histórias inéditas da releitura em quadrinhos de Elric liderada pelo roteirista Julien Blondel. Intitulada “Elric – O Necromante”, a terceira edição está em pré-venda no site da editora e tem previsão de lançamento para novembro.
As edições brasileiras de Elric reúnem dois álbuns franceses, originalmente publicados pela Glénat. A edição em pré-venda compila os tomos 5 e 6, ambos com roteiro de Julien Blondel e Jean-Luc Cano, com arte e cores de Valentin Sécher. O quadrinho terá 132 páginas, formato 23,1 x 31,5 cm e capa dura.
A primeira história se passa dois anos após o saque de Imrryr. Atormentado pela morte de Cymoril, Elric vagueia sem rumo até que encontra o jovem Tristelune. Eles partem em direção a Dhakos, a cidade das mil flechas, para atender ao chamado dos mensageiros da rainha Yishana que pede ajuda.

Na segunda aventura, ferido em seu orgulho, o poderoso feiticeiro de Pan Tang sonha em destruir Elric, privando-o de tudo o que lhe é caro: o apoio de Arioch, sua espada Stormbringer e seu desejo de paz e redenção. Para isso, Theleb alia-se a Urish-Três-Dedos, o rei dos mendigos de Nadsokor.
A obra é uma adaptação do icônico personagem do gênero espada e feitiçaria, Elric, criado por Michael Moorcock na década de 1960. Os livros originais são publicados no Brasil pela Pipoca & Nanquim, com o primeiro lançado em 2024.
Julien Blondel além de quadrinista, é jornalista e autor de RPGs. Este não é o seu único trabalho no gênero “espada e feitiçaria” publicado no Brasil. Ele assina a adaptação do conto “A Hora do Dragão”, reúnido no quarto volume da série “Conan, O Cimério” lançada pela Pipoca & Nanquim. O francês também foi o responsável pelo roteiro de “Dark Souls: Redemption”, feito em parceria com o desenhista Shonen e publicado pela Panini em 2024.
Edição definitiva
Os dois primeiros volumes da série, “Elric: O Trono de Rubi” e “Elric: O Lobo Branco”, foram lançados no Brasil pela Mythos em 2017 e 2021, e estão atualmente esgotados nesse formato. Em abril, a editora compilou os dois em uma edição definitiva, com o título “O Primeiro Ciclo: Melniboné”, para trazer as obras de volta ao catálogo.








