
O selo independente Dom Mordaz anunciou os seus próximos títulos. Serão três obras, cujas campanhas no Catarse começam mensalmente a partir deste mês: “Peregrinos de Palha e Pena” em outubro, “Éramos dois pela manhã” em novembro, e “Nada Floresceu em 99” em dezembro.
O primeiro lançamento, “Peregrinos de Palha e Pena”, de Djeison Hoerlle e Pablo Rosa, acompanha Tomás e seu amigo, o corvo Fel, em uma jornada pela literatura, encontrando personagens clássicos como Visconde de Sabugosa, Macunaíma e Brás Cubas.

“Éramos dois pela manhã”, de Braian Malfatti, se inspira na frase de Simone de Beauvoir “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher.” Na trama, uma adolescente grávida passa por uma série de tragédias. O quadrinho mistura os pensamentos da personagem com os julgamentos das pessoas ao redor.

Já “Nada Floresceu em 99”, de Djeison Hoerlle e Eduardo Ribas, conta a história de Rafael, que em meio a uma crise recorda de quando seu colega Gustavo desapareceu na primavera de 1999. Rafael e seus amigos precisam ir atrás do colega desaparecido, porém o principal suspeito é o temido homem do saco.

O selo Dom Mordaz foi criado em 2024 por Djeison Hoerlle e Braian Malfatti, com o objetivo de amparar o desenvolvimento de obras desde a produção narrativa até a impressão do livro, atuando sem fins lucrativos, para auxiliar autores no processo de autopublicação. Este é o segundo ciclo de publicações do selo. No ano passado foram publicadas três obras escritas por Djeison Hoerlle: “O Vigilante do Centro Histórico, vol. 1”, com arte de Braian Malfatti; “Dissabores”, ilustrado por Leonardo Wolff, e livro “Café Delgado”. Já em 2025, a Hipotética publicou, em parceria com o selo, o quadrinho “O Colecionador”, de Hoerlle e Dieferson Trindade.





