
Na próxima semana, as lojas de quadrinhos dos Estados Unidos recebem o primeiro volume de “X-Men: Elsewhen”, a versão alternativa de John Byrne para os eventos após a Saga da Fênix Negra. A HQ, que começou como uma webcomic, publicada de forma independente por Byrne, ganhou a chancela da Marvel em 2025 e faz parte da linha Marvel Arts da editora Abrams ComicArts. Não há previsão de lançamento no Brasil.
Publicado desde 2018 no fórum do site Byrne Robotics, “X-Men: Elsewhen” era considerado uma fanfic, apesar de ter por trás um dos nomes mais importantes da história editorial dos mutantes. Sem autorização da Marvel, Byrne criou uma continuidade dos X-Men que parte exatamente do momento em que deixou a série, imaginando como ele teria dado sequência à trama caso tivesse continuado como roteirista e desenhista.
Em “X-Men: Elsewhen”, Jean Grey não morre após a Saga da Fênix, mas tem seus poderes reduzidos. Os mutantes tomam um rumo diferente do canônico, enquanto voltam à Terra Selvagem, enfrentam os Sentinelas e encontram personagens dos Vingadores e do Quarteto Fantástico ao longo do caminho.

De acordo com Byrne, a tiragem inicial já esgotou, com base nos números da pré-venda, e uma segunda tiragem está a caminho das lojas para atender à demanda. Com a publicação da Abrams ComicArts, será a primeira vez que as 32 edições digitais de “X-Men: Elsewhen” serão apresentadas arte-finalizadas, coloridas e com um novo letreiramento. Ao todo, serão três volumes em capa dura, reunindo tudo o que o quadrinista havia publicado, até então.
A edição foi anunciada na San Diego Comic Con em 2025, como parte da linha da Abrams ComicArts focada em quadrinhos que seguem fora da continuidade original da Marvel, na qual foi publicada a HQ “Quarteto Fantástico: Ciclos”, de Alex Ross.






